7 perguntas · atualizado em março de 2026
A maioria dos sistemas protege o dado depois que ele entra no servidor. O Provvi protege a origem.
Resolvemos a "última milha" da auditabilidade: provamos que o dado que alimenta seu sistema de IA ou seu laudo de vistoria é autêntico, capturado no local e hora declarados, sem manipulações — antes de qualquer transmissão ou processamento.
O PL 2338 introduz a responsabilidade objetiva para sistemas de alto risco, como os de seguros e crédito. Isso inverte o ônus da prova: se sua IA negar um sinistro e o cliente processar, é a sua empresa que precisa provar que o sistema não errou.
Sem autenticidade verificável das imagens de entrada, você não consegue provar que os dados que alimentaram a decisão eram verdadeiros. A defesa jurídica torna-se tecnicamente inviável.
Com o Provvi, você apresenta o manifesto C2PA como evidência forense — verificável por qualquer perito, independentemente do seu sistema. A prova não depende da sua palavra.
Através de três vetores complementares:
- Prevenção Inviabiliza a fraude de contexto — fotos de outros veículos ou eventos anteriores usadas em novos sinistros. A imagem pode ser tecnicamente perfeita; sem manifesto C2PA válido, a proveniência falsa é detectável.
- Auditabilidade Permite comparar o estado do veículo na vistoria prévia (autenticada) com o estado declarado no sinistro, eliminando disputas sobre danos pré-existentes com evidência objetiva.
- Deterrência Quando o segurado sabe que a captura é autenticada criptograficamente no ato, uma parcela das tentativas de fraude simplesmente não ocorre. O efeito preventivo é difícil de quantificar, mas consistentemente observado em contextos de auditabilidade elevada.
É o padrão global de proveniência de conteúdo adotado por um consórcio que inclui Google, Microsoft, Adobe, Intel, BBC e Reuters. Não é um produto proprietário — é uma especificação técnica aberta.
Ele cria um manifesto criptográfico que acompanha a imagem e registra sua história: quem capturou, com qual dispositivo, quando e onde. Qualquer alteração posterior — recorte, ajuste de brilho, edição de GPS ou data — quebra a assinatura e torna a adulteração instantaneamente detectável.
O C2PA garante a integridade técnica — prova matemática de que a imagem não foi alterada. Mas para que essa prova tenha validade jurídica plena no Brasil, a assinatura precisa ser emitida por uma autoridade reconhecida pela ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira, regulamentada pela MP 2.200-2/2001).
Documentos assinados via ICP-Brasil têm o mesmo valor legal de uma assinatura de próprio punho ou de uma ata notarial. Isso é o que sustenta a prova em um tribunal brasileiro.
A IA de detecção de fraude é reativa e estatística: ela analisa o conteúdo da imagem e estima a probabilidade de fraude. É valiosa — mas tem um limite fundamental.
O Provvi é determinístico: não tenta adivinhar se a foto é falsa. Prova matematicamente que ela é real — capturada naquele dispositivo, naquele local, naquele instante.
Além disso, fraudes sofisticadas que enganam modelos de visão computacional não conseguem forjar um manifesto criptográfico válido sem acesso à chave privada do dispositivo. As duas abordagens são complementares — mas apenas a segunda oferece garantia jurídica robusta.
Não. A experiência de captura é idêntica à de uma câmera comum — o usuário não percebe diferença. O processamento ocorre em background, com retorno da interface em cerca de 3,5 segundos.
Em locais sem internet — subsolos, pátios cobertos ou áreas rurais — o SDK garante a assinatura local no próprio dispositivo, preservando a rastreabilidade do momento de captura. A sincronização com o backend ocorre assim que a conexão é restabelecida, sem perda da cadeia de custódia.
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A última milha da auditabilidade: responsabilidade objetiva, Fraude de Contexto e o princípio da Exatidão da LGPD.
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